FESTA JUNINA DO ALFA BETA

16/06/2011

Apesar deste recado ter sido enviado para nossos pais,que fique registrado neste blog para todos saberem dos detalhes da Festa Junina de nossa escola.

Por Laura (7° Ano)
Está chegando  o Arraia do Jardim das Letras e Colégio Alfa Beta!!

Local: Clube de Campo do Bauru Tênis Clube
Data:19/06/11- domingo
Horário: A partir das 11h até as 18h,com churrasco,cachorro
quente,bebidas,doces típicos,diversas barracas de brincadeiras,casamento na roça e danças.

Apresentações:
As danças serão apresentadas durante a festa,com início às 14h.

Final do campeonato Inter Classes:
Vamos torcer para o time do seu (sua) filho (a)!!!    É nóis!!

Prendas:
03 brinquedos
01 alimento não perecível (serão doados para a Casa do Garoto)
Data de entrega:A partir de amanhã até dia 15 de junho.

Venda de mesas:
R$20,00,sendo que as mesmas já estão sendo vendidas na secretaria.Favor enviar solicitação via agenda,com o respectivo valor.Lembrem-se,o número de mesas são limitados.

Trajes:
Jardim das Letras:Traje caipira
Alfa Beta:
1º ao 3º ano- Country
Meninas- camisa xadrez,calça ou saia jeans e chapéu.
Meninos- camisa xadrez,calça jeans e chapéu.
4º ao 9º ano- caipira.

Contamos com a presença de  todos!!
Com a sua presença,mais um ano faremos uma linda festa!!

Esta mensagem foi elaborada pela Equipe Jardim das Letras e Alfa Beta.


DIA DO TRABALHO, 01/05

01/05/2011

Por Ana Carolina (9º Ano)

Obra de Tarcila do Amaral - "Operários"

Dia 1° de maio, dia do trabalho.
O dia do trabalho foi criado com o intuito de comemorar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Em 28 de maio de 1886 ocorreu uma manifestação de trabalhadores em Chicago. O dia do trabalho foi nomeando por um congresso socialista em Paris em homenagem a esses protesto. Esse protesto ficou conhecido como a revolta de haymarket. Centenas de trabalhadores foram as ruas protestar sobre as condições precárias de serviço e enormes cargas horárias (13 horas diárias). O desfecho dessa história foi milhares de protestantes feridos e mortos.
O dia do trabalho é um dia merecido a todos os tipos de trabalhadores. Desde a criação desse dia, vários textos sobre o mesmo tema foram criados, como por exemplo, essa poesia feita por um autos desconhecido:

É bom trabalhar.

Depende de você. Não pense que está ganhando pouco
ou que está se esforçando mais do que deve.
O seu trabalho torna-se penoso.
O trabalho é o equilíbrio da sua vida. Sem ele, você enfraqueceria
suas forças. Cairia no desânimo. Estacionaria material e espiritualmente.
Já ao começar do dia, agradeça a Deus pelo serviço a fazer.
Lembre-se que Deus trabalha sempre.
Não exagere, porém.
Tudo fora dos limites é prejudicial.
Nós vivemos uns dos outros através do trabalho que Deus nos deu.
Bom dia do trabalho a todos !!!

 


CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA

24/04/2011
 … COMEMORAÇÃ DE UMA NOVA VIDA.

            A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. A Páscoa

Libertação dos judeus do domínio egípcio

pode cair em uma data, entre 22 de março e 25 de abril. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.

            Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito. A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

Início da Primavera

            No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

            Os termos “Easter” (Ishtar) e “Ostern” (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com

Ressurreição de Cristo

 Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas a fertilidade, das quais provavelmente o mito de “Ostern”, e consequentemente a Páscoa (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.


DESCOBRIMENTO DO BRASIL

22/04/2011

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil. 

A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela  Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 

Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

 

Fonte: http://www.historiadobrasil.net/descobrimento/

 

 


DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL, 18/04

18/04/2011

…SAIBA MAIS SOBRE O AUTOR QUE EDUCOU OS FILHOS COM SUAS PRÓPRIAS OBRAS LITERÁRIAS.

Por Najla (9º Ano)

   

          O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002,     Para comemorar o nascimento de José Bento Monteiro Lobato (1882/1948), um dos maiores autores de livros infantis que a literatura brasileira já conheceu. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília, marcaram a história da literatura infantil Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade.

            Esta data especial foi instituída pela Lei 10.402/02.

            A pessoa que lê conhece o mundo e conhecendo-o terá condições de atuar sobre ele, modificando-o e tornando-o melhor.

            Quem lê, além de enriquecer seu vocabulário, abre seus horizontes, entra em contato com pensamentos e opiniões diversas, com diferentes pontos de vista.

            Por meio da leitura, o ser humano cresce e conhece o universo, descobre a maneira de aprender a ler a vida, ler no sentido de interpretar, observar, refletir, é lendo que podemos descobrir muito além da nossa imaginação lugares fantásticos, personagens inesquecíveis.

            Através da leitura podemos entrar num mundo imaginário e nos colocarmos no lugar do personagem favorito, viajar pelos mais variados países, até planetas. Podemos criar nosso próprio Universo.

            Para festejar o Dia Nacional do Livro Infantil, cidades de todo o país estão fazendo programações dedicadas à literatura que fascina não somente o público infantil, mas também a pessoas de todas as idades. No Ceará, escolas e bibliotecas municipais estão fazendo atividades especiais para estimular a leitura em crianças e adolescentes. 

            O que é um livro infantil? 

            Os livros infantis são aqueles escritos especialmente para crianças, embora muitas vezes os adultos também os leiam. Afinal, todo adulto tem uma criança guardada dentro dele.

            Alguns livros infantis quase não têm texto, só muitos desenhos. Outros têm histórias de vaqueiros, animais, cavalheiros, fadas, aventuras e muita magia – tudo isso para você ler e entrar num outro mundo que só quem experimenta é que conhece.
            A professora disse que as histórias infantis começaram a existir antes de aparecer o livro, quando eram os pais que as contavam para os filhos: eram as lendas, as fábulas, as cantigas, etc. O importante é que hoje existe uma porção de livros e histórias que fazem a gente querer ler sempre mais e mais…

         


Dia da Abolição da Escravidão Indígena

01/04/2011

             Por Najla (9ºAno)    

Dia 1º de abril é o dia da abolição da escravidão dos índios!

     

     Aqui está um texto que fala sobre como os índios foram escravizados e quando houve uma lei que proibisse o comércio escravo de índios.
           

            A escravidão pode ser definida como o sistema de trabalho no qual o indivíduo (o escravo) é propriedade de outro, podendo ser vendido, doado, emprestado, alugado, hipotecado, confiscado. Legalmente, o escravo não tem direito: não pode possuir ou doar bens e nem iniciar processos judiciais, mas pode ser castigado e punido.

           Chegando ao Brasil, no século XVI, os portugueses encontraram diversas tribos indígenas. Os índios plantavam mandioca, algodão e milho.    Alimentavam-se com o produto do que plantavam, e ainda, com a caça e a pesca. Teciam com algodão e trabalhavam a cerâmica. Tinham uma vida livre e autônoma e boas relações com os portugueses. Por isso, quando iniciou a exploração do pau-brasil, os índios ajudavam os portugueses, derrubando árvores e levando-as aos portos de embarque, trabalho grande e sem justa remuneração.

            Iniciando a colonização do Brasil, os portugueses começaram a expulsar os nativos da terra, a capturar os índios, transformando-os em escravos, mão de obra mais barata do que os negros. Nesta escravidão, os índios foram vítimas da violência à sua dignidade e a perda da liberdade. A escravidão indígena começou em 1534 e foi até 1755. O fim desta escravidão se deu através das leis de 1755 e 1758.

            O índio só deixou de ser escravo, quando existiram condições econômicas para comprar negros. Os trabalhos de catequese dos jesuítas se opunham à escravidão. Para o desempenho dessas atividades econômicas, a mão de obra indígena era barata e essencial. A abolição da escravidão indígena ocorreu somente de forma definitiva depois, por iniciativa do Marquês de Pombal. Primeiro, por lei de 6 de junho de 1755, válida para o Estado do Grão-Pará e Maranhão. Depois, em 1758, a medida foi ampliada, por alvará, para o Brasil todo.

            Hoje, em todo o país, os índios se distribuem por 556 áreas distintas, e ocupam uma superfície total de 83.507.923 hectares – o equivalente a 9,81% do território nacional.

            Calcula-se que existam no Brasil 215 etnias indígenas conhecidas, com uma população total de 325.652 pessoas (dados de 1997). A quantidade exata, no entanto, é muito maior, pois existem inúmeras sociedades isoladas e desconhecidas.

            Obs.: Alguns sites apresentam o dia 1o de abril de 1680 como o Dia da Abolição da Escravidão Indígena. Nesta data, o rei de Portugal publicou mais uma lei que acabava com o cativeiro dos índios no Brasil. Para o professor José Ribamar Bessa Freire, a lei foi mais uma “pegadinha” de 1o de abril e fez parte da luta entre colonos e jesuítas pelo controle da mão de obra nativa.

 


21 DE MARÇO:

22/03/2011

 

DIA INTERNACIONAL DA ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO RACIAL

Por Prof. Jefferson

A Organizadas Nações Unidas – ONU – instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial em memória do Massacre de Shaperville. Em 21 de março de 1960, 20.000 negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular. Isso aconteceu na cidade de Johanesburgo, na África do Sul. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão e o saldo da violência foram 69 mortos e 186 feridos.

O dia 21 de março marca ainda outras conquistas da população negra no mundo: a independência da Etiópia, em 1975, e da Namíbia, em 1990, ambos os países africanos.

O que é discriminação racial?

A Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Normas de Discriminação Racial da ONU, ratificada pelo Brasil, diz que:

“Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e/ou exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública” Art. 1.

EXEMPLOS DE LUTA QUE FICARAM NA HISTÓRIA

MARTIN LUTHER KING JR.

Foi um grande líder negro americano que lutou pelos direitos civis dos cidadãos, principalmente contra a discriminação racial. Martin Luther King era pastor e sonhava com um mundo onde houvesse liberdade e justiça para todos. Ele foi assassinado em 4 de abril de 1968. Sua figura ficou marcada na História da Humanidade como símbolo da luta contra o racismo.

MALCOLM X

Malcolm X, ou El-Hajj Malik El-Shabazz, foi outra personalidade que se sobressaiu na luta contra a discriminação racial. Ele não era tão pacífico como Luther King, que era adepto da não-violência, entretanto foram contemporâneos e seus ideais eram bem parecidos buscando a dignidade humana, acima de tudo.

NELSON MANDELA

Mandela foi o fundador da Liga Jovem do Congresso Nacional Africano, em 1944, e traçou uma estratégia que foi adotada anos mais tarde pelo Congresso na luta contra o apartheid. A partir daí ele foi o líder do movimento de resistência a opressão da minoria branca sobre a maioria negra na África do Sul.

ONTEM E HOJE, O NEGRO NO BRASIL

O Brasil foi a última nação da América a abolir a escravidão. Entre 1550 e 1850, data oficial do fim do tráfico de negros, cerca de 3.600.000 africanos chegaram ao Brasil. A força de trabalho desses homens produziu a riqueza do País durante 300 anos.

Apesar de a maior parte dos escravos não saber ler nem escrever, isso não significava que não tivessem cultura. Eles trouxeram para o Brasil seus hábitos, suas crenças, suas formas de expressão religiosa e artística, além de terem conhecimentos próprios sobre técnicas de plantio e de produção. Entretanto, a violência e a rigidez do regime de escravidão não permitiam que os negros tivessem acesso à educação.

“Se o racismo é um sentimento preconceituoso, daquele que se julga superior, então deveria ser ele o discriminado, pois quem mais poderia ser visto em sua extrema inferioridade senão o portador de tal arrogância, entre os da mesma raça”?

IVAN TEORILANG